asas

 

 

Eu não sei porquê, mas sempre é assim. Toda vez que eu estou quase me entregando, surge uma força maior que não me deixa desistir. Talvez seja a vontade de provar que eu sou mais forte do que muitos pensam. Ou talvez seja a minha coragem que fica sempre escondidinha aqui dentro e só cisma de aparecer quando não tem outro jeito. Ou sei lá realmente o que isso significa. Só sei que cada vez mais eu descubro que não tenho tanto medo de altura quanto eu imaginava e que, se eu realmente quiser, posso voar bem alto. Já fui andorinha, bem-te-vi e gaivota. Hoje eu sou fênix e renasci das cinzas.

  • Juliana Bassan Ayon
a imagem é daqui

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