sobre sorrisos, dias ruins, dias bons e o que eles nos ensinam.

 Para ler ouvindo: Bad Day – R.E.M.

07071500
Nem todos os dias são bons. Nem todos os dias a gente sorri. Tem muita coisa que acontece que parece provação. Mas independente do jeito que vai ser esse dia, a gente tem que encará-lo de qualquer maneira. Não dá simplesmente pra pular esse dia da vida. Mas, antes de saber se o dia vai ser bom ou ruim, você tem uma escolha. Você pode escolher se lamentar o dia todo e tornar seu dia mais cinza, ou você pode escolher ver tudo com bom humor e ir clareando o céu com o passar das horas. E é isso o que eu tenho feito desde Janeiro. Tentando manter o bom humor mesmo chorando por dentro, tentando não transparecer Minha dor, tentando não contaminar os outros com os meus problemas. Não é fácil, é um aprendizado diário. Mas apesar de tudo, tudo sempre tem um lado bom. E com tudo a gente aprende mesmo, principalmente nos dias ruins. Eu tô aprendendo muito. E é nisso que eu me apego. Se coisas ruins não acontecessem, que graça teriam as boas? É nos dias ruins que valorizamos tudo e quem temos. Nos dias bons a gente tá sempre rodeado de gente, mas é nos dias ruins que a gente reconhece as preciosidades que temos perto. É nessas horas que muitas vezes a gente se frustra porque espera colo de onde não vem, mas também se surpreende porque vem afago de onde a gente menos espera. Mas apesar dos outros, quem faz o dia bom ou ruim na verdade somos nós. Não adianta jogar a culpa fora. A escolha é sempre nossa. Eu escolho rir, apesar de. E daí lembrei dessa frase aqui eu escrevi uma vez lá em 2012, mas se encaixa perfeitamente no que eu vivo hoje: “já fui andorinha, bem-te-vi e gaivota, hoje eu sou fênix e renasci das cinzas.” <3 
 
*escrevi isso inspirada nas minhas conversas dessa semana com a @dessa__ferreira e pelo post de ontem da @HeyRandomGirl. You rock, girls <3

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