sobre buscas incessantes de coisas que não existem

E no fim eu voltei lá pro meu começo. Onde na verdade eu me vejo como uma criatura insignificante num mundo cheio de criaturas insignificantes. Acho que o nosso mal é ser bicho com consciência. Porque daí essa consciência da vida e do mundo nos obriga a buscar um sentido pras coisas e pra nós mesmos e no fundo eu acho que a resposta é que nada faz sentido, que ninguém é especial, que não existe alma gêmea e nem pessoa certa pra ninguém, existem coincidências, encontros do acaso que a gente insiste em tentar encher de significado.

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