quem escreve

“I can be an asshole of the grandest kind
I can withhold like it’s going out of style
I can be the moodiest baby
And you’ve never met anyone as negative
As I am sometimes”

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Juliana Bassan Ayon. Mas pode chamar de Juh. Tem 34 anos. É de Exatas por profissão e de Humanas por vocação. Formada em capotes da vida com PhD em resiliência. Casada com o Jorge e apaixonada por ele desde os 17 anos. É gateira assumida, mas teve o coração roubado por uma pitbull recentemente. Ama música e acredita que a vida não tem graça sem trilha sonora. Escreve desde que se conhece por gente e usa isso para colocar pra fora o turbilhão de sentimentos que existem dentro dela e assim entender a si mesma e os outros. O que nem sempre acontece. Gosta muito de poesia e se atreve a escrever algumas. Se deixar, perde a noção do tempo olhando o nascer e pôr do sol. Gosta de coisas retrô e dos anos 80/90. De livros, séries e filmes. De pizza, batata frita e cerveja. De café forte, chocolate e pudim de leite. De aquarela, guache e lápis de cor. De sol, nuvens, chuva e tempestades. Tem um quê de escrota, mas no fundo é uma boa menina. Tem dias que fala mais que a boca, mas tem dias que gosta mesmo é de ficar quieta sozinha num canto. Refém da Netflix na TPM. Acredita que tudo o que acontece sempre tem um motivo, só falta descobrir qual. E também acredita do fundo do coração que o amor e a empatia podem salvar o mundo. Escreve esse blog como se fazia nos primórdios, quase como um diário. Teve dois de seus poemas publicados em antologias que celebram a escrita feminina: “Senhoras Obscenas” em 2015 e “Damas entre Verdes” em 2017.

just a good girl gone wild.
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